Hezbollah tem que provar que israelenses estão vivos, diz ONU

Os soldados Ehud Goldwasser e Eldad Regev foram sequestrados por militantes em julho de 2006

REUTERS

29 de agosto de 2007 | 22h49

Os países-membros da Organizaçãodas Nações Unidas (ONU) devem insistir para que o grupo libanêsHezbollah produza evidências de que os dois soldadosisraelenses que sequestrou há um ano ainda estão vivos, disseum enviado da ONU na quarta-feira. Ehud Goldwasser e Eldad Regev foram sequestrados pormilitantes do Hezbollah em 12 de julho do ano passado, numaoperação do grupo dentro de Israel. A captura dos soldadosdeflagrou uma guerra que durou 34 dias e matou 1.200 libanesese 160 israelenses. O enviado da ONU para o processo de paz no Oriente Médio,Michael Williams, que está deixando o cargo, disse ao Conselhode Segurança que sua última conversa na região foi com a mulherde Goldwasser, Karnit. "Eu tenho de dizer, com profundo pesar pessoal --porque eufiz esforços consideráveis nesta questão-- que mais de 13 mesesapós o sequestro deles, ainda não pudemos estabelecer provas devida", disse. "Não digo bem libertação e repatriação dos prisioneiros.Digo prova de vida", disse Williams. Ele acrescentou que os países que têm relações com oHezbollah devem "fazer um apelo para que o grupo obedeça ospadrões humanitários básicos --essa prova de vida dosprisioneiros deve sempre ser apresentada". Williams fez essas declarações durante o debate mensalsobre o Oriente Médio, do qual participa 35 países do Conselho. REUTERS ES

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