Yuri Gripas/Reuters
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Hillary afirma progresso em esforço para sanções ao Irã

Segundo secretária, países como China estão cada vez mais próximos de aprovarem restrições ao Irã

Associated Press,

24 de fevereiro de 2010 | 19h38

A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, disse nesta quarta-feira, 24, que a diplomacia da China se aproximou da posição americana de que o Irã continua a recusar a cessar seu programa nuclear, apesar das ameaças de novas sanções da ONU ao país islâmico.

 

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Ao expressar otimismo sobre a fortalecimento do apoio internacional contra o Irã, Clinton disse que o Comitê de Relações Exteriores do Senado tem um cronograma específico em mente.

 

"Nós esperamos que nos próximos 30 a 60 dias veremos uma resolução de sanções surgir em Nova York", disse Hillary, em referência a sede da ONU na cidade, onde diplomatas americanos estão elaborando novas sanções ao Irã, segundo a secretária.

 

Hillary também afirmou que um ano de esforços para convencer o Irã a negociar sobre seu programa nuclear, sem sucessos, teve o efeito de diminuir a oposição da China e outros países a novas restrições ao país do Oriente Médio.

 

"Nosso comitê criou espaço a várias dessas nações para agora considerarem apoiar sanções que podem não ter outra saída, porque nós demonstramos que a paciência internacional ficou exausta em convencer o Irã a fazer a coisa certa sem sanções", disse.

 

Durante uma audiência separada na manhã desta quarta, a secretária afirmou ter feito "um grande progresso" no convencimento da China para que a nação asiática apoie sanções ao Irã.

 

Os Estados Unidos e outras potências mundiais acreditam que o Irã está desenvolvendo armas nucleares sob a desculpa de trabalhar em um programa nuclear pacífico, o que a República Islâmica nega, insistindo que suas intenções são pacíficas.

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