Irã pune mais 30 criminosos com a pena de morte

País pune com a morte crimes como assassinato, seqüestro, estupro, assalto à mão armada e homossexualismo

EFE

27 de julho de 2008 | 05h29

As autoridades iranianas executaram neste domingo 30 pessoas condenadas por tráfico de drogas, homicídio e assalto à mão armada, entre outros crimes, elevando para aproximadamente 100 o número de execuções este ano no país, informou a imprensa oficial. As execuções aconteceram esta madrugada na prisão de Evin, em Teerã, depois de as sentenças serem ratificadas pela Suprema Corte, segundo a agência "Irna". O Irã, assim como a Arábia Saudita, aplica uma estrita versão da "Sharia", ou Lei Islâmica, e pune com a pena capital crimes como assassinato, seqüestro, estupro, assalto à mão armada e homossexualismo, entre outros. Além disso, as pessoas condenadas por adultério são punidas com o apedrejamento. Dezenas de pessoas foram executadas no ano passado por crimes similares no Irã, acusadas de ser "corruptas" ou "más", um termo usado pelas autoridades para se referir a narcotraficantes e a membros de grupos opositores armados. As últimas execuções no Irã, condenadas por várias organizações internacionais de direitos humanos, fazem parte de uma campanha de segurança lançada pelas autoridades locais que tem como objetivo lutar contra a delinqüência no país, especialmente em Teerã.

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