Iraque condena radical à forca por morte de soldados dos EUA

Mais cedo, quatro pessoas morreram e 11 ficaram feridas em diferentes ataques em Bagdá e em Mossul

Redação com AP e Efe

28 de outubro de 2008 | 08h14

Um tribunal iraquiano condenou à morte por enforcamento um homem suspeito de fazer parte da Al-Qaeda à morte por matar três soldados americanos nos arredores de Bagdá. O crime aconteceu em 2006. Ibrahim al-Qaraghuli é um dos três suspeitos que foram levados a julgamento. Os outros dois - Walid al-Kartani e Kazim al-Zubaie- foram absolvidos por falta de provas. A Justiça iraquiana, no entanto, não informou se irá libertá-los.   Mais cedo, quatro pessoas morreram e 11 ficaram feridas em diferentes ataques em Bagdá e em Mossul, 400 quilômetros ao norte da capital iraquiana, segundo fontes do Ministério do Interior. Um grupo de insurgentes atacou um centro de recrutamento da Polícia iraquiana no bairro de Amel, em Mossul, e matou quatro pessoas. Outros quatro recrutas tiveram feridos de diversas gravidades devido ao ataque, acrescentaram as fontes.Em outro incidente, quatro civis ficaram feridos devido à explosão de uma bomba na zona de Al-Nahda, no centro de Bagdá. Na rua de Al-Nidal, no centro da capital, outra bomba explodiu e feriu três pessoas. A explosão também causou danos em vários edifícios da área, acrescentaram as fontes.Polônia sai do Iraque Os últimos 100 soldados poloneses desdobrados no Iraque aterrissaram hoje na Polônia, o que põe fim à presença do país na nação árabe, onde nos últimos cinco anos. Durante a missão, 22 soldados morreram perderam e outros 70 ficaram feridos.   A missão "Liberdade para o Iraque" foi a primeira deste tipo assumida pelo Exército polonês, que foi reduzindo sua presença progressivamente. Após o auge 2.600 soldados, em 2003, apenas  900 atuavanm no país nos últimos meses.

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