Israel diz que não violou leis na guerra no Líbano em 2006

Uma investigação militar israelenseavaliou que o país não infringiu as leis internacionais ao usarbombas de fragmentação no ano passado, na guerra no Líbano. Aconclusão vai de encontro a vários relatos sobre violações. Uma comissão das Nações Unidas no ano passado acusou Israelde não limitar os seus ataques a alvos militares no Líbano e defazer uso exagerado das bombas de fragmentação. Contudo, o Exército israelense afirmou que os promotoresmilitares não tomariam qualquer medida legal contra oscomandantes das tropas, depois de determinar que "o uso demunições de fragmentação durante a guerra esteve de acordo comleis humanitárias internacionais". A guerra no Líbano começou depois que o Hizbollah capturoudois soldados israelenses e matou oito em julho de 2006. Oconflito de 34 dias resultou na morte de 1.200 pessoas noLíbano, a maioria civil, e 157 israelenses, a maior partesoldados. As Nações Unidas estimam que Israel jogou milhões de bombade fragmentação no Líbano. Centenas de milhares de bombas nãoexplodiram e continuam a ferir e a matar pessoas, passada aguerra.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.