Israel prende seis árabes por planejar ataque contra Bush

Agência de inteligência afirma que grupo pretendia abater helicóptero que transportava o presidente dos EUA

Efe e Reuters,

18 de julho de 2008 | 09h50

Israel acusou nesta sexta-feira, 18, seis árabes de tentarem criar uma célula da Al-Qaeda em Israel e disse que um deles propôs atacar helicópteros usados durante uma recente visita do presidente dos EUA, George W. Bush.   A agência de inteligência Shin Bet disse que um dos suspeitos usou seu celular para filmar helicópteros num estádio de Jerusalém que foi usado como heliponto pela comitiva de Bush. O suspeito então teria colocado as imagens em sites usados por agentes da Al-Qaeda, pedindo orientação sobre como abater os helicópteros, segundo relato do Shin Bet.   Bush esteve em Israel em janeiro e maio deste ano. Os advogado dos seis suspeitos não foram localizados para comentar. A Shin Bet disse que quatro suspeitos são palestinos residentes em Jerusalém Oriental, e dois outros são árabes com cidadania israelense, radicados em outros lugares do país.   De acordo com a agência, eles se reuniram várias vezes na sagrada mesquita de Al Aqsa, em Jerusalém, para organizar uma célula da Al-Qaeda. De acordo com Israel, computadores apreendidos com vários suspeitos continham manuais relativos à produção de bombas.   Todos eles são acusados de pertencer a grupo armado, e alguns também serão julgados por ajudar o inimigo em tempos de guerra, posse de propaganda de uma organização terrorista e tentar recrutar pessoas para uma organização terrorista.   Neste mês, Israel já havia indiciado dois beduínos com cidadania israelense por supostamente serem ligados à Al-Qaeda e tramarem ataques dentro do Estado judeu.

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