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Líbano acusa 31 supostos insurgentes por ataque a igreja

Acusados podem ter ligação com a Al-Qaeda; 13 estão foragidos, entre eles o líder do grupo na Síria

Efe,

19 de dezembro de 2007 | 08h34

Um tribunal libanês acusou 31 supostos membros da Al-Qaeda de planejar um ataque contra uma igreja em Zahle e outros lugares cristãos da mesma cidade, a leste de Beirute, informou a edição desta quarta-feira, 19, do jornal L'Orient-Le Jour. Os acusados são libaneses, sírios e sauditas. Dezoito deles estão detidos, mas 13 fugiram, entre eles o suposto chefe da Al-Qaeda na Síria, Salah ad-Din Mohammad Saleh, conhecido como Abu Ahmed. O jornal, que cita fontes judiciais, informou que os suspeitos foram acusados também de posse ilegal de armas, entre elas projéteis, e falsificação de documentos. As fontes disseram que a célula da Al-Qaeda no Líbano era dirigida por um saudita e um sírio. A sua base era na aldeia de Bar Elias, no vale do Bekaa, no leste do país, onde o grupo preparava atentados com carros-bomba. A maioria dos acusados foi detida durante a batalha de Nahr al-Bared, o campo de refugiados palestinos onde o Exército libanês enfrentou o grupo islâmico sunita Fatah al-Islam.

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