Médicos iranianos se esforçam para atender vítimas de terremotos

Hospitais estão superlotados e, em algumas cidades, o atendimento chega a ser feito ao ar livre

Reuters

12 de agosto de 2012 | 18h16

Hospitais superlotados no noroeste do Irã tinham dificuldade para lidar nesta segunda-feira com milhares de feridos após dois poderosos terremotos, que mataram 227 pessoas e causaram prejuízos em muitos vilarejos.

Milhares amontoavam-se em acampamentos improvisados ou dormiam em parques depois dos terremotos de sábado, por medo de tremores secundários, 60 dos quais já tinham sido registrados. A falta de tendas e outros suprimentos deixaram as pessoas expostos ao frio da noite, disse uma testemunha à Reuters.

Médicos na capital da província de Tabriz, a cidade de Ardabil, e de outras cidades trabalhavam ao ar livre, enquanto estradas para as cidades estavam entupidas pelo tráfego, enquanto feridos de vilarejos eram levados por parentes. Longas filas se formaram nos hospitais.

"Desde a noite passada até esta tarde, quando eu deixei o hospital Shohada-ye, em Tabriz, os médicos estavam constantemente realizando operações. Foi uma tragédia horrível, mas as pessoas e as autoridades fizeram todo o possível", um médico que trabalha em Tabriz disse por telefone.

(Reportagem de Yeganeh Torbati)

Tudo o que sabemos sobre:
IRATERREMOTOS*

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.