Ministro israelense pede 'sanções duras' contra Irã

Ehud Barak também defendeu um 'limite no tempo para as negociações' sobre o programa nuclear

Efe,

14 de dezembro de 2009 | 11h42

O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, defendeu nesta segunda-feira, 14,, em Viena, o aumento do rigor das sanções contra o Irã, devido às polêmicas atividades nucleares iranianas, e impor "um limite no tempo para as negociações".

 

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"Precisamos de uma diplomacia dura, com sanções duras, com base no capítulo VII das Nações Unidas", disse Barak à imprensa, durante sua visita oficial à Áustria, em alusão à dis posição da ONU que prevê medidas no caso de um país descumprir uma resolução da organização internacional.

 

Ao mesmo tempo, reconheceu que na disputa da comunidade internacional com as autoridades iranianas "ainda há tempo" para as negociações, e defendeu sanções "coerentes e coordenadas".

 

"Podemos ver que o Irã está manipulando (a comunidade internacional) com declarações contraditórias que são feitas e um mesmo dia", disse o ministro israelense.

 

Adiamento

 

A conferência do Conselho de segurança da ONU, formado por China, EUA, Rússia, Reino Unido e França, sobre o programa nuclear do Irã foi cancelada após um pedido da China, segundo autoridades de três desses países.

 

Segundo os funcionários, a China alegou problemas com a agenda e o encontro agora deve dar lugar a uma conferência por telefone.

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