Ismail Zitouny/Reuters
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Morte de Kadafi poderia ser enquadrada como crime de guerra

Sob pressão internacional para esclarecer o caso, o CNT prometeu investigar

REUTERS

16 de dezembro de 2011 | 07h45

A morte do líder líbio, Muamar Kadafi, que foi capturado e morto por rebeldes em outubro, pode ter sido um crime de guerra, disse o procurador-chefe do Tribunal Penal Internacional (TPI), Luiz Moreno-Ocampo.

 

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"Acho que o modo como o sr. Kadafi foi morto levanta suspeitas de... crimes de guerra", afirmou Moreno-Ocampo a repórteres.

"Acho que esse é um assunto muito importante. Estamos levando essa questão às autoridades nacionais e elas estão preparando um plano para uma estratégia abrangente de investigação de todos esses crimes", declarou.

Sob pressão internacional para esclarecer o caso, o Conselho Nacional de Transição na Líbia (CNT) prometeu investigar como Kadafi e seu filho Mo'tassim foram mortos.

O ex-líder foi visto sendo zombado, espancado e maltratado antes de morrer em circunstâncias definidas pelo CNT como uma troca de tiros.

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