Não houve 'colapso' em conversas com Irã, diz representante dos EUA

Um representante sênior dos Estados Unidos disse neste sábado que não houve ruptura das negociações nucleares com o Irã, e que as grandes potências que pressionam o Irã para frear seu programa nuclear pretendem continuar com diplomacia.

Reuters

06 de abril de 2013 | 14h30

Falando depois de dois dias de conversas na cidade de Almaty, no Cazaquistão, que não produziram nenhum avanço, o funcionário disse que as seis potências precisam de tempo para decidir a melhor forma de abordar o conflito, que ameaça desencadear em uma nova guerra no Oriente Médio.

"Não houve avanço, mas também não houve quebra", disse o funcionário, que pediu para não ser identificado, a jornalistas após o fim da reunião de dois dias.

O funcionário sugeriu que os seis países - Estados Unidos, Rússia, China, França, Grã-Bretanha e Alemanha - não estão inclinados a alterar a posição na negociação.

Eles querem que o Irã a suspenda sensivelmente seus esforços de enriquecimento de urânio em troca de alívio modesto nas sanções, uma oferta que o Irã não aceitou em Almaty, por preocupações de que o país pode estar buscando alcançar a capacidade de construir uma bomba atômica. O Irã diz que seu programa nuclear é puramente pacífico.

(Por Justyna Pawlak e Yeganeh Torbati)

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