Amir Cohen/REUTERS
Amir Cohen/REUTERS

Netanyahu recebe primeira dose da vacina contra o coronavírus em Israel

Primeiro-ministro israelense foi o primeiro a receber a vacina da Pfizer no país e afirmou que quer ser exemplo para o resto da população

Redação, O Estado de S.Paulo

19 de dezembro de 2020 | 18h09

TEL-AVIV - O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, recebeu neste sábado, 19, a vacina produzida pela Pfizer-BionTech contra a covid-19. Netanyahu tem 71 anos e foi vacinado no Hospital Sheba, localizado na cidade de Ramat Gan, ao lado de Tel Aviv. Ele é o primeiro israelense a receber o imunizante.

“Eu pedi para ser vacinado primeiro, junto com o Ministro da Saúde, Yuli Edelstein, para dar o exemplo e encorajar as pessoas a se vacinarem”, disse o premiê. Além de Netanyahu e Edelstein, um grupo de autoridades de saúde também receberam suas doses no mesmo hospital.

"É um dia muito importante para o Estado de Israel", disse Netanyahu ao receber o imunizante. “Uma pequena injeção para um homem e um passo importante para a saúde de todos nós”.

A partir de domingo, 20, o presidente Reuven Rivlin e agentes de saúde devem começar a ser vacinados. A partir de segunda-feira, também começará a ser aplicada a primeira dose em idosos e seus cuidadores em casas de repouso, maiores de 60 anos e, posteriormente, em pessoas com patologias pré-existentes. Depois, será a vez do restante da população, com exceção de crianças, gestantes, pessoas com alergias graves e aqueles que já superaram o coronavírus.

Israel havia anunciado em 9 de dezembro que iniciaria o processo de imunização, após receber um primeiro lote da vacina. O plano de vacinação prevê a administração de 60 mil a 82 mil doses diárias, mas a mídia local alerta que dificuldades na distribuição podem forçar um início mais lento.

O país tem mais de 370 mil casos registrados do coronavírus e pouco mais de três mil mortes. Além do acordo com a Pfizer, Israel também tem acordos com outros fabricantes de vacinas, incluindo a Moderna, da qual receberá seis milhões de doses nos próximos meses./AFP e EFE

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