Netanyahu reitera que não acabará com bloqueio naval a Gaza

Premiê israelense rejeita plano europoeu de supervisão a ajuda humnaitária

Efe

13 de junho de 2010 | 13h47

JERUSALÉM - O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, reiterou neste domingo, 13, que não aprovará nenhuma medida destinada a acabar com o bloqueio naval à Faixa de Gaza.

 

Com isso, Netanyahu rejeita plenamente a recente proposta feita por Espanha, França e Itália para que inspetores europeus possam supervisionar, no Chipre, a carga dos navios com destino à Faixa de Gaza com ajuda humanitária. Assim, ficaria garantida uma rota marítima segura.

 

Israel argumenta que com o bloqueio marítimo impede a entrada na Faixa de armas e munição que poderiam ser usadas por milícias palestinas em eventuais ataques.

 

Às vésperas de que uma nova frota tente chegar à Faixa, desta vez integrada por navios enviados pelo Crescente Vermelho do Irã, Netanyahu disse hoje, diante de ministros do Likud, seu partido, que Israel continuará impedindo que embarcações se aproximem de Gaza, enquanto "de forma simultânea alivia o bloqueio".

 

"A chegada de navios diretamente a Gaza é problemática, não só para nós, mas para outros também", afirmou.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.