ONG inicia campanha para impedir apedrejamentos no Irã

O Irã faz uma leitura rígida da Lei Islâmica e condena à morte homossexuais, e adúlteros, ao apedrejamento

20 de julho de 2008 | 17h46

Um grupo de ativistas iranianos pró-direitos humanos iniciou uma campanha para impedir o apedrejamento até a morte de oito mulheres e um homem acusados de adultério por tribunais do país.   A advogada Shadi Sadr, porta-voz da chamada Rede de Advogados Voluntários, disse em Teerã que essas pessoas foram condenadas ao apedrejamento em julgamentos sem advogados ou testemunhas.   Sadr, que destacou que as sentenças "podem ser cumpridas a qualquer momento", também expressou a preocupação de sua organização pelo fato de que "não existem garantias de que as penas serão comutadas".   O Irã faz uma leitura bastante rígida da Lei Islâmica e condena à morte traficantes de drogas, homossexuais e estupradores, enquanto as mulheres e os homens casados considerados adúlteros são condenados ao apedrejamento.

Tudo o que sabemos sobre:
irãislamismoapedrejamentoadultério

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.