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ONU convoca reunião de emergência após ataque em Israel

Ban Ki-moon condenou o atentado e disse estar preocupado com continuação de 'processo político' para paz

Efe

06 de março de 2008 | 21h29

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, condenou nesta quinta-feira, 6, o atentado a tiros contra uma escola religiosa em Jerusalém, que deixou pelo menos oito mortos e dez feridos. A porta-voz da ONU, Marie Okabe, anunciou que o presidente rotativo do Conselho de Segurança, o embaixador russo Vitaly Churkin, decidiu convocar para esta quinta-feira, 6, em caráter de urgência, uma reunião para analisar a situação na região após o ataque.   Veja também: Grupo desconhecido reivindica atentado em Jerusalém Atentado a seminário em Jerusalém foi o pior dos últimos 2 anos Bush condena ataque e diz 'estar firme' com Israel   Okabe assegurou que o secretário-geral "condena nos termos mais duros possíveis o selvagem atentado desta quinta-feira, 6".   "O secretário-geral está profundamente preocupado com a possibilidade de que os continuados atos de violência e terrorismo minem o processo político, o qual ele deve buscar a paz duradoura e segura entre palestinos e israelenses, com base na existência de dois Estados", acrescentou a porta-voz.   A reunião de urgência desta quinta-feira, 6, é a segunda convocada pelo Conselho de Segurança em menos de uma semana, depois da realizada sábado passado, 1, por causa da ofensiva israelense contra a milícia radical Hamas, em Gaza.   A TV por satélite Al-Manar, que pertence ao grupo islâmico libanês Hezbollah, atribuiu a um grupo desconhecido a autoria do atentado contra a escola, localizada no oeste de Jerusalém.   A Al-Manar disse que o tiroteio foi reivindicado pela guerrilha "Os Mártires de Imad Mugniyah e Gaza", em referência a Imad Mugniyah, um dos líderes do Hezbollah, foi assassinado em Damasco em fevereiro.   Terroristas se infiltraram na escola e um deles foi morto após disparar durante vários minutos contra um grupo de oitenta alunos.  

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