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Palestinos e israelenses fazem a segurança de Belém no Natal

Ordem na cidade é de responsabilidade da Autoridade Palestina; Israel dá 10 mil permissões para visitas

Efe,

23 de dezembro de 2007 | 17h50

As autoridades palestinas e israelenses coordenarão a segurança em Belém durante as festas natalinas, durante as quais esperam receber mais de 60 mil pessoas.   As autoridades palestinas na cidade, situada cerca de oito quilômetros ao sul de Jerusalém, e também as israelenses, cujo Exército controla a segurança na Cisjordânia, coordenam as facilidades para que os visitantes possam chegar à Praça da Manjedoura, no coração da antiga cidade, com pouco mais de 30 mil habitantes.   Em Belém, os festejos natalinos são comemorados três vezes: em 24 e 25 de dezembro pelos católicos na igreja franciscana de Santa Catarina; em 5 e 6 de janeiro pelos ortodoxos - que administram a Basílica da Natividade - e em 18 de janeiro pelos armênios.   O Exército israelense distribuiu 10 mil permissões entre residentes palestinos cristãos de Gaza e Cisjordânia por períodos de duas a quatro semanas, para que possam passar de um território a outro, e também aos israelenses, para visitas familiares.   A ordem na cidade de Belém ficará a cargo da polícia palestina, subordinada à Autoridade Nacional Palestina. Apesar do conflito entre palestinos e israelenses, nunca foram registrados ataques ou choques entre grupos rivais durante as festas natalinas.   As cerimônias e a missa do galo na Igreja de Santa Catarina, com capacidade para 900 fiéis, serão presididas pelo monsenhor Michel Sabah, máximo dignatário da Igreja Católica na Terra Santa, que peregrinará na segunda-feira a partir de sua sede em Jerusalém.   A missa de meia-noite será transmitida pela televisão palestina e os peregrinos e turistas poderão acompanhá-la em um telão junto a uma árvore de natal. Entre os que comparecerão à igreja para a missa da noite do dia 24 de dezembro estão o presidente da ANP, Mahmoud Abbas. Além disso, participarão da eucaristia os cônsules gerais de Espanha, Itália, França e Bélgica, os quatro Estados europeus protetores da Terra Santa.

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