Polícia acusa PKK por explosões que mataram 17 em Istambul

Prefeito da cidade diz que foi 'atentado terrorista', mas que ainda é cedo para responsabilizar algum grupo

Efe,

27 de julho de 2008 | 19h18

Fontes policiais da capital turca, Ancara, afirmaram neste domingo, 27, que "tudo indica" que as explosões em Istambul foram perpetrado pelo Partido dos Trabalhadores de Curdistão (PKK). Segundo o prefeito de Istambul, Muammer Guler, as duas explosões seguidas deixaram ao menos 17 mortos e 154 feridos.   Veja também: Explosões simultâneas deixam ao menos 17 mortos em Istambul   Guler chamou o incidente de "atentado terrorista", embora tenha dito que ainda é cedo para determinar a responsabilidade do ataque. Já as fontes da Agência Efe disseram que "não seria a primeira vez" que o PKK explode uma bomba de pouca potência em uma lixeira na rua para detonar uma grande bomba minutos mais tarde.   Segundo Guler, as explosões aconteceram às 21h55 (15h55, em Brasília) em uma rua do distrito de Güngoren, um bairro comercial de classe média baixa na parte européia da cidade. Uma testemunha citada por uma emissora local afirmou que cerca de mil pessoas se aproximaram do local após a primeira explosão, minutos antes de acontecer a segunda.   A Polícia de Istambul advertiu aos cidadãos sobre a possibilidade de uma terceira bomba na região. A edição eletrônica do jornal "Hurriyet" cita uma pessoa que afirma que vários corpos estão espalhados no local, que fica fora do perímetro turístico de Istambul.   As explosões de Istambul acontecem poucas horas após ataques do Exército turco contra posições do Partido dos Trabalhadores de Curdistão (PKK) no norte do Iraque.

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