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Sem acordo, Hamas ameaça cometer ataques suicidas

Dirigente do grupo islâmico na Síria defende atentados como pressão para colocar fim às hostilidades em Gaza

Efe,

16 de janeiro de 2009 | 16h07

O representante do movimento islâmico Hamas na Síria, Ali Barakeh, reivindicou nesta sexta-feira, 16, após uma manifestação em Damasco contra a invasão à Faixa de Gaza, o direito dos palestinos de cometer atentados suicidas contra a população civil israelense, se não houver em breve um acordo com o Estado judeu. Veja também:Líder do Hamas rejeita condições israelenses para tréguaPara Israel, guerra em Gaza está entrando no 'ato final' Hamas abriu fogo de dentro de prédio da ONU, acusa premiêMinistro do Interior do Hamas foi morto, dizem israelensesInvasão já deixou US$ 1,4 bilhão em prejuízosConflito em Gaza vira guerrilha urbana Especial traz mapa com principais alvos em Gaza  Linha do tempo multimídia dos ataques em Gaza Bastidores da cobertura do 'Estado' em Israel Conheça a história do conflito entre Israel e palestinos  Veja imagens de Gaza após os ataques       Barakeh, que disse falar a título pessoal, defendeu os atentados contra a população israelense como forma de pressão para colocar fim às hostilidades em Gaza. Segundo o representante do Hamas, "não existe diferença entre a morte de civis que se encontram em um café e as operações armadas que Israel está realizando contra a população civil de Gaza". O dirigente islâmico disse que a saída de Israel de Gaza, em agosto de 2005, não foi resultado da negociação, e sim da pressão palestina com atentados suicidas. O acordo, segundo ele, estaria baseado nos pontos que o Hamas enviou aos negociadores egípcios e turcos, e que incluem o fim das hostilidades, a retirada das tropas israelenses, a abertura das passagens fronteiriças e o fim do bloqueio. Barakeh insistiu em que essas são as condições do Hamas para poder chegar a uma trégua, que "nós cumpriríamos." Israel colocou como condição para se retirar de Gaza o fim do contrabando de armas através da passagem de Rafah, na fronteira com o Egito, que o Hamas não aceitou. Enquanto isso, o presidente sírio, Bashar al-Assad, pediu aos países árabes a ruptura de relações com Israel.

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