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Sete pessoas morrem em protestos da oposição em Beirute

Pelo menos cinco dos mortos eram simpatizantes da oposição pró-Síria, segundo a própria oposição

REUTERS

27 de janeiro de 2008 | 18h16

Sete pessoas foram mortas a tiros em Beirute, neste domingo, durante protestos contra cortes de eletricidade. A violência começou depois que o Exército tentou impedir o ato, organizado por ativistas da oposição pró-Síria. Esse é um dos piores episódios de violência interna no Líbano desde a guerra civil de 1975 a 90. O conflito aumenta a tensão num país dividido pela crise política. Pelo menos cinco dos mortos eram simpatizantes da oposição pró-Síria, segundo fontes da própria oposição. Depois da morte de um primeiro ativista, membro do movimento oposicionista Amal, os manifestantes bloquearam ruas com pneus em chamas. Outras três pessoas, duas delas ligadas ao grupo pró-Síria Hizbollah, foram mortas em confronto com forças de segurança durante os protestos, disseram fontes de segurança. Ao todo, 22 pessoas teriam ficado feridas. O Exército, visto como neutro na crise política, atirou para o ar para dispersar o protesto inicial. As Forças Armadas disseram que estão investigando quem estava por trás das mortes. O Hizbollah e o Amal são os dois principais grupos xiitas do Líbano. "Não temos nenhuma ligação com isso. Convocamos as pessoas a não reagir, a deixar as ruas," disse o líder do Amal, Ali Hassan Khalil, à Reuters. O Amal é parte de uma aliança de oposição que disputa o poder no Líbano há mais de um ano com o governo do premiê Fouad Siniora, apoiado pelo Ocidente. (Reportagem de Laila Bassam)

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