Síria está entre piores violadores de direitos, diz relatório

As autoridades sírias estão entre as que mais violaram direitos humanos no ano passado em todo o mundo, o que incluiu prender advogados, torturar oponentes e usar da violência para reprimir a etnia curda, disse a entidade Human Rights Watch na segunda-feira.

REUTERS

24 de janeiro de 2011 | 20h05

O relatório anual da organização qualifica de "heróis" os advogados Haitham al Maleh, de 80 anos, e Mohannad al Hassani, de 43, sentenciados a três anos de detenção por seu trabalho em prol de presos políticos.

"O sombrio histórico da Síria na questão dos direitos humanos sobressai numa região onde maus desempenhos são legião", disse Sarah Leah Whitson, diretora de Oriente Médio da entidade, em nota que acompanha o relatório.

O governo sírio não se manifestou. Autoridades locais costumam dizer que os presos políticos são pessoas que violaram a Constituição, a qual tem sido muito emendada durante o governo do presidente Hafez al Assad, de modo a aumentar o monopólio de poder do partido Baath.

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