Síria foi o país mais perigoso para a mídia em 2013, diz instituto

Um total de 126 jornalistas e outros trabalhadores de meios de comunicação de várias partes do mundo morreram este ano realizando seu serviço, e pelo segundo ano consecutivo a Síria foi o país mais perigoso para o trabalho, informou o Instituto Internacional de Segurança da Imprensa (INSI) nesta sexta-feira.

Reuters

20 de dezembro de 2013 | 19h28

Foram 21 a menos do que no ano passado, mas o INSI disse que os sequestros e desaparecimentos estão aumentando. O instituto, que promove cursos de segurança para repórteres e monitora riscos em locais problemáticos, afirmou que 19 das mortes ocorreram na Síria.

Além disso, acredita-se que pelo menos 18 jornalistas estrangeiros e 20 sírios teriam desaparecido no país depois de detidos ou sequestrados lá, segundo o INSI, entidade com sede em Londres.

O relatório do INSI, divulgado oficialmente em Genebra, não especifica se a suposição é que esses jornalistas estejam em poder de forças do governo sírio ou de insurgentes islamistas, que são responsáveis por pelo menos algumas das mortes.

No total, a cifra de mortos na Síria caiu de 28 em 2012 para 19 em 2013, mas sequestros de repórteres locais e estrangeiros aumentaram, levando muitas organizações internacionais de mídia a parar de enviar profissionais para cobrir o conflito.

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