Talabani reitera que o Iraque não apóia rebeldes do PKK

Segundo presidente iraquiano, governo pediu parar que as guerrilhas abandonem as armas e acabe com a luta

Efe,

13 de novembro de 2007 | 00h38

O presidente do Iraque, Jalal Talabani, reiterou nesta segunda-feira, 12, no Cairo que seu país não apóia as guerrilhas do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) em seus ataques à Turquia. O líder fez essa declaração em uma entrevista coletiva com o secretário-geral da Liga Árabe, Amre Moussa, na sede desta organização, que agrupa 22 países. Talabani frisou que o Iraque "colabora com a Turquia no combate ao terrorismo" e que "não há nenhum apoio iraquiano ao PKK": "No Iraque não colaboramos com o PKK". O presidente iraquiano lembrou ainda que as autoridades de seu país já pediram "ao PKK que abandone as armas e ponha fim à sua luta, já que qualquer ataque contra o governo (do primeiro-ministro turco Recep Tayyip) Erdogan" vai ser interpretado como "uma ação inimiga contra o Iraque". Ao ser perguntado sobre o que faria para acabar com a crise desencadeada pelos ataques do PKK contra a Turquia, Talabani declarou que o governo iraquiano já tomou duas medidas: "A primeira foi pressionar o PKK pela via política e pelos meios de comunicação para que abandone as armas". "A segunda foi não permitir que o PKK continue lançando ataques contra a Turquia do território iraquiano. Neste sentido, o governo central de Bagdá fechou as sedes das organizações que apóiam o PKK e adotou medidas para que seus membros não usem os aeroportos, bancos e meios de comunicação iraquianos", ressaltou o chefe de Estado.

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