Tropas iraquianas se aproximam de refinaria em Baiji, general dos EUA está em Bagdá

As forças de segurança iraquianas pareciam perto de retomar, no sábado, a maior refinaria do país, que foi dominada por militantes do Estado Islâmico horas depois que o principal oficial militar norte-americano chegou ao país.

PHIL STEWART E RAHEEM SALMAN, REUTERS

15 Novembro 2014 | 14h19

O general Martin Dempsey fez a sua primeira viagem ao Iraque desde que o presidente Barack Obama, alarmado pelos avanços do Estado Islâmico, ordenou a volta, nesse verão, de contingentes norte-americanos de não-combatentes.

Obama autorizou o envio de até 1.500 militares ao Iraque, praticamente dobrando a presença planejada, conforme os EUA aumentam sua missão de aconselhamento e começam a treinar as tropas iraquianas.

Ataques aéreos dos EUA têm impedido maiores avanços do Estado Islâmico, que declarou um califado em partes do Iraque e da Síria.

Combatentes do Estado Islâmico tomaram a cidade de Baiji e cercaram a maior refinaria do Iraque, no início de junho, durante uma campanha relâmpago pelo norte do Iraque.

Um coronel do exército previu que as forças do governo estariam em poucas horas retomando o controle depois de meses de batalhas envolvendo atiradores, homens bombas, caminhões lotados de explosivos e helicópteros com metralhadoras.

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