REUTERS/Kyodo
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Agências de viagem alegam que EUA proibirão a ida de cidadãos americanos à Coreia do Norte

Empresas Young Pioneer Tours e Koryo Tours disseram ter recebido informações de que a proibição entraria em vigor no dia 27 de julho

O Estado de S.Paulo

21 Julho 2017 | 06h20
Atualizado 21 Julho 2017 | 08h24

PEQUIM - Os EUA vão proibir a ida de seus cidadãos à Coreia do Norte, anunciaram nesta sexta-feira, 21, duas agências de viagem em Pequim, um mês após a morte de um turista americano detido por Pyongyang

A agência Young Pioneer Tours, que organizou a viagem do estudante americano preso, e a Koryo Tours, ambas com sede na China, disseram ter recebido a informação de que a proibição entraria em vigor no dia 27 de julho.

A decisão surge pouco mais de um mês depois da morte, em 13 de junho, de Otto Warmbier. O estudante americano havia sido repatriado em coma dias antes para os EUA após permanecer 18 meses preso na Coreia do Norte.

Em 2016, ele foi condenado pela Justiça norte-coreana a 15 anos de trabalhos forçados por roubar um cartaz de propaganda do governo. Segundo seus médicos, Warmbier teve graves danos cerebrais causados por uma parada cardíaca.

A origem de seu estado de coma profundo ainda é um mistério. Sua morte elevou as fortes tensões entre Washington e Pyongyang.

O presidente americano, Donald Trump, denunciou um "regime brutal" e declarou estar decidido a "impedir que inocentes sofram tais tragédias". Três americanos continuam detidos na Coreia do Norte. / AFP

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