100 anos da Revolução Russa: um olhar sobre o 'século soviético'

Em 7 de novembro de 1917, os bolcheviques começavam a mudar o mundo. Modernizaram um país agrário e ergueram uma potência nuclear. Mas deixaram um rastro totalitário e 20 milhões de mortos

 
 

O Estado de S.Paulo

04 Novembro 2017 | 20h00

Foi dentro do espaço consagrado à conflagração mundial, iniciada em 1914, que o Estado noticiou os acontecimentos que levaram à queda do czar Nicolau 2.º e a chegada dos bolcheviques ao poder na Rússia. A ascensão da União Soviética - a entidade política criada pelos comunistas, com seus comissários do povo, regime de partido único e economia estatal planificada - teve enormes consequências em todo o mundo durante o século 20. Desde a expansão da onda revolucionária a outras partes do globo até a divisão do planeta entre os blocos capitalista e socialista, após a 2.ª Guerra.

Acompanhe a viagem do ‘Estado’ pela Rússia, 100 anos após a revolução bolchevique

O Estado acompanhou o desenvolvimento do regime e de seus aliados até o colapso da URSS com reportagens, artigos, publicação de documentos e editoriais. E continua acompanhando até hoje os desdobramentos desses acontecimentos: da reintrodução da economia de mercado com o esfacelamento da União Soviética ao governo de Vladimir Putin e sua busca por recuperar o papel de potência mundial que uma vez teve o país. 

Nesta página, o leitor  encontra todos os textos desse trabalho. É o olhar sobre a história do 'século soviético', na expressão do historiador Moshe Lewin, que este especial se propõe a mostrar.

A noite que mudou um século e cunhou uma potência

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